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MARCOS GABIROBA E A CRÔNICA DA SEMANA "PENSAR EM MUDANÇAS? A HORA É AGORA

 

Por: Dr Marcos Gabiroba

Amigos, já observaram que vivemos numa sociedade que prioriza o imediatismo, o consumismo, o prazer fácil, o levar vantagem em tudo e o descompromisso com os problemas sociais e políticos? Cobra-se dos outros, principalmente do poder público, das autarquias e ou das entidades organizadas e, pelo menos nada fazemos? Será que as mudanças positivas que queremos e exigimos não deve começar com cada um de nós? Que tal repensar esse automatismo comportamental e refletir sobre a nossa responsabilidade na sociedade? A educação, por exemplo, na visão do educador forma cidadãos e sujeitos na história. Ser ativo, dinâmico, coparticipante do processo social e político num contínuo trabalho de leitura crítica da realidade e tomada de decisões fazendo uso de suas potencialidades  e capacidades com o compromisso social não seria, talvez, um caminho a percorrer? Essas ilações vieram-me à cabeça no momento em que li uma frase de Mahatma Gandhi, um pacifista indiano que entrou para a história pelo culto a não violência, cuja frase expressava: “seja a mudança que você quer ver no mundo”…………………. Dia desses, encontrei com um antigo professor de Português e Latim e ao revê-lo enchi-me de satisfação porque foi um dos grandes amigos que constitui em minha vida estudantil e profissional com ele aprendi várias lições que ainda guardo no centro de minha memória, seu nome: Dr. Francisco Péricles França, hoje em dia cidadão aposentado e gozando de ótima saúde e bem estar.

No nosso encontro me disse: “gosto muito de ler suas crônicas. Você tem coragem de abordar assuntos de nossa realidade, com expressões fáceis de serem compreendidas e às vezes de forma dura que muitos não têm, por medo ou vaidade, de expressar, ou, porque tem rabo preso, principalmente, nossos políticos em toda esfera governamental. Parabéns, amigo”. Ao me despedir dele abraçando-o, sussurrou ao meu ouvido me lembrando: “acabaram com as aulas de Educação, Moral e Cívica nos colégios, como também acabaram com o Latim, matérias que ajudavam a construir um cidadão”. Aí pensei: não é que é mesmo. Acabaram também, com as matérias, Canto Orfeônico, Trabalho Manuais, Religião, como também com as composições, ou dissertações hoje conhecidas com o nome pomposo de Redação e com as aulas de Literatura, caligrafia, desenho e com as Análises Sintáticas, simples ou compostas, e ainda, com as aulas de História Geral e do Brasil. As matérias de outra nacionalidade, há muito são optativas como: Inglês, Francês, Espanhol, e noções de economia. Também, pra que tudo isso se a internet está aí e ensina o que deve e mais o que não deve ser ensinado nem visto, não é mesmo? Não obstante todo esforço do governo central com os Enens, Prounis e sei lá mais o que para melhorar a educação no país nada de concreto mudou na Educação, e com isso, arranjaram um meio mais fácil de colocar quem sabe menos ou não sabe nada, nem escrever direito nas universidades para todos da vida, sem precisar muito esforço.

Basta ter cota disso ou cota daquilo que o lugar já está garantido, mesmo não sabendo ler, nem conhecer o alfabeto completo, sequer as quatro operações de matemática. Tudo isso gente, começa pelo próprio Ministro da Educação que nunca foi professor na vida e sim, um frustrado economista, porém, hábil político do PT e eterno candidato a governador de São Paulo. Por onde andam os verdadeiros profissionais do ensino desde as escolinhas, passando pelo fundamental e outras esferas? São os mais marginalizados, pois, ganham pouco, sem estrutura e sem valor para exerceram, com dignidade essa nobilíssima profissão. Qualquer pé rapado eleito na política tem o salário cinco, dez, até cem vezes maiores que esses abnegados profissionais do ensino e, diga-se de passagem, para não fazerem nada, não é mesmo? Quais as perspectivas de mudar todo esse quadro? Respondo: zero. Nas escolas mantidas pelos governos, Federal, Estadual e Municipais não mais se vêm ingredientes de “Primeiros Socorros, setor para cuidar da Inteligência Emocional. Inteligência Emocional, o que é isso? É ensinar o aluno a lidar com conflitos. Ensino de Educação financeira. Não se vê, hoje em dia, aulas sobre Nutrição, quando observamos que o país está eivado de gente obesa. Não se vê quebrarem o tabu de um Ensino sobre sexo, especialmente para instruir os jovens alunos como evitar doenças graves, assim como uma gravidez precoce e indesejada. Não temos mais aulas de Moral e Cívica para conduzir alunos em seus direitos e deveres como cidadãos, principalmente ensinar como votar e serem votados. Aulas de Empreendorismo para que os alunos tenham autonomia e uma visão de futuro”. Enfim, em um governo que a Educação, a Saúde, a Segurança Pública e o Transporte Coletivo que já foram pras cucu ias há muito tempo nada podemos esperar no que se refere a mudanças. O que aguardar? O lucro do pré-sal daqui a não sei quando sobrar para um investimento melhor, isto é, se os empreiteiros multinacionais e as organizações internacionais deixarem, não é mesmo? Essa gente é uma dura e inquestionável realidade. Quem viver verá! Enquanto isso meditemos, Mahatma Gandhi: “ Seja a mudança que você quer ver no mundo”. E aguardem: a Copa do Mundo estilo FIFA bate às suas portas e os problemas do Brasil, do nosso Estado e do nosso Município continuam os mesmos. Pense nisso.






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