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"MINHA PEQUENA PARCELA"

Ouvinte amigo, você sabia que desde o dia 1º de julho do corrente ano já estão valendo as novas regras do DETRAN? Se você já sabe ótimo. Caso não, preste a atenção, pois estas mudanças são pra valer e não tem retrocesso. Senão vejamos: Sua carteira de habilitação só poderá ser renovada no prazo de no máximo 30 dias após o vencimento. Se você perder este prazo, sua carteira será cancelada automaticamente, e o condutor será obrigado a prestar todos os exames novamente, tais como: psicotécnico, exame de legislação e de rua, pagar taxas absurdas, tudo, igualzinho a uma pessoa iniciante. Porém, cabe destacar que o dinheiro arrecadado ninguém nunca sabe onde é aplicado, pois as BRs, estradas e pontes continuam como sempre estiveram, isto é, abandonadas. Tudo isso, sem contar que lhe será aplicada uma multa no valor R$ 1.200,00 e esperar mais ou menos três meses para receber sua nova Carteira Nacional de Habilitação.

Se você for apanhado numa blitz e o policial verificar que o extintor de incêndio ainda está protegido por um plástico ele te autuará com menos 5 pontos na carteira  e mais R$ 127,50 de multa.

Caso o policial rodoviário verificar que o seu extintor é do tipo BC e não o do tipo ABC, que doravante é obrigatório, conforme resolução CONTRAM nº 333 de 2009, eles irá fazer uma festa, pois, seu carro será rebocado e a multa aquela festa. Preste a atenção e não seja descuidado, como você sabe o governo é ávido em arrecadar, porém, a prestar contas só com pedaladas, não é mesmo?

Lembrando ainda que a partir desta data são novos os valores das multas de trânsito, tais como: falar ao telefone dirigindo, R$ 574,00; furar sinal de trânsito, R$ 780,00; ultrapassar em faixa contínua ou em local proibido, R$ 1.915,00; farol ou lanterna queimada, R$ 210,15 por lâmpada; pneus em estado ruim, R$ 760,65 por pneu; limpador de para-brisas, R$ 212,12; carro em estado ruim, R$ 3.340,89 mais o veículo ser rebocado; fumar enquanto estiver dirigindo, R$ 193,70; insulto ao policial rodoviário, R$ 107,23; não efetuar parada obrigatória para pedestres R$ 358,98; som alto no veículo não importando o horário, R$ 69,73; rodas de aro maior ou menor que o especificado pelo fabricante, R$ 278,66 por cada roda. É amigos o mar não está para peixe, assim como em rio que tem piranha, jacaré nada de costas. Tudo isto é muito válido se nossos governantes fossem pessoas sérias e honestas e não houvesse privilégios. Lembram-se daquele desembargador (me recuso a anunciar seu nome, pois não foi um digno representante da lei e da ordem), em Belo Horizonte que ao voltar de uma festa totalmente embriagado, e ao ser interpelado pela polícia fiscalizadora, recusou-se a fazer o teste do bafômetro e ainda deu-lhe uma carteirada na cara, ameaçando-os? Ou, aquela fiscal de trânsito no Rio de Janeiro quando interpelou a um juiz de direito que dirigia seu veículo desabilitado? Pois bem, no Brasil sempre foi assim: manda quem pode obedece quem tem juízo, não é mesmo? Aqui na terra de Tutu Caramujo, depois de um longo período em que haviam acabado com o tal “rotativo”, nossos vereadores retornaram com o famigerado “imposto”. Anteriormente era controlado pelo COMBEM que nunca prestou contas de quanto recebeu, a quem pagou e onde foi parar o dinheiro arrecadado. O “statu quo ante” retornou. Quem vende os carnês? Quanto recebe? Quem recebe? O dinheiro arrecadado vai para as mãos de quem? Onde estão as prestações de contas, se houver? O dinheiro arrecadado qual o seu destino? Há algum benefício em troca para a população? São perguntas que não se calam e o silêncio é sepulcral? As multas auferidas pelo município retornam em qual benefício ao povo? Em quê? Onde? E como? Pra quê? Assim também são as prestações de contas e principalmente balanços econômicos e financeiros dos entes públicos nunca foram publicados para o conhecimento do povo. Sabemos que a lei federal 4.320 determina essa obrigação, porém, nada, nadica de nada se ver concretizada neste aspecto. Saibam seus executores que a não publicação de balanços, bem como prestações de contas do ente publico, autarquias, fundações, empresas públicas e entidades associativas de caráter público sem fim lucrativo são obrigadas a cumprirem este dever legal? Caso não ocorrendo esse cumprimento estão todos, indistintamente todos sob pena de cassação de seus mandatos? Pensem nisso, senão “a mandioca que é a maior conquista do Brasil” continuará à frente da democracia e da liberdade de se expressar, não é mesmo?

Para finalizar: “…Que eu realimente sempre a vontade de ajudar as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, sentir, entender ou utilizar esta ajuda! Que eu mantenha meu equilíbrio, mesmo sabendo que os desafios são inúmeros ao longo do caminho! Que eu retroalimente minha garra, mesmo sabendo que a derrota e a perda são ingredientes tão fortes quanto o sucesso e a alegria! Que eu atenda sempre mais a minha intuição que sinaliza o que de mais autêntico possuo! E, que eu pratique sempre mais o sentimento de justiça, mesmo em meio à turbulência dos interesses”! Tenho dito.

Marcos Evangelista Alves – O Gabiroba






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