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SEM MEDO DE SER E VENCER COM RESPONSABILIDADE

 

Por Dr Marcos Gabiroba.

 

Meus amigos, todos os indivíduos, na sua infância e adolescência, têm os seus sonhos e planos. Querem realizar-se como ser humano. Este desejo é a sua vocação, o motor que os impulsiona a viver.

O tempo vai passando, as pessoas crescem e muitos desejos têm de se atualizar. É o que acontece com o sonho de tantas crianças de serem aeromoças, professoras ou policiais. Podem manter seus desejos, mas também podem, perfeitamente, tornar-se arquitetos (as), cientistas ou advogados(as). Isto é positivo. À medida que cresce, a criança percebe então que pode mudar o que havia inicialmente planejado. Por outro lado, muitas pessoas, quando chegam ao final da adolescência, procuram realizar seus objetivos e encontram dificuldades. Não conseguem superá-las, vão se acomodando e vivem uma vida abaixo de suas possibilidades, em trabalhos que não as motivam, profissões para as quais não têm vocação, relacionamentos vazios, solidão a dois, angustias, depressões ou um tédio interminável.

Chegam a um momento em que se perguntam: Viver é só isso? Amar é só isso mesmo? Sentem como se estivessem sido enganados pela promessa de vida que não se realizou. O mundo todo cor-de-rosa como sugere o final dos contos de fada ou dos filmes de Hollywood, realmente não é o comum na vida das pessoas. Mas o fracasso existencial também não precisa ser o destino inevitável do ser humano. Entre o sonho cor-de-rosa e o fracasso inevitável, existe uma saída. Conseguirá alcançá-la quem souber definir seus objetivos e acreditar na capacidade de atingi-los. Isso significa ter a consciência de que os objetivos realmente importantes de sua vida exigem de si o desenvolvimento dessa capacidade.

Fala-se muito em adaptar-se à realidade. Geralmente o significado dessa frase é adaptar-se a uma vida pobre. Pobre de amor. Pobre de sucesso e pobre de amigos. Assim como os judeus criaram lindas plantações no deserto e os holandeses aumentaram o seu território avançando sobre o mar, é importante que, em vez de adaptar-se à realidade, as pessoas passem a viver aquela que desejam viver.

Criar o mundo como acreditam que ele deva ser, porque esse é o maior poder do ser humano: o de determinar como será a sua vida. Há uma pequena estória que diz que ao lado do sítio ou fazenda de sua família no interior, dois lavradores que plantavam as mesmas coisas: um plantava milho e o outro feijão. O primeiro gostava mais de plantar milho. Por este motivo, sua plantação de milho crescia bonita e a colheita era farta. Mas como não gostava de feijão, não cuidava bem dele. Deixava o mato crescer, esquecia-se de adubar o terreno, e não limpava os canteiros dos pequenos matos que envolviam a plantação. Ele tinha certeza que o seu terreno era muito bom para o milho e muito ruim para o feijão. Já o vizinho adorava feijão. Seu feijoal era lindo e farto, ao contrário de sua plantação de milho, sempre feia, abandonada e improdutiva. “Esta terra não é boa para feijão não para milho”, ele afirmava, com toda segurança.

Assim são as pessoas: algumas adoram o sucesso, cuidam de suas habilidades, adubam suas capacidades e colhem muitas realizações. Elas sabem que fracassos existem, mas não acontecem em suas lavouras.

Outras cultivam fracassos. Procuram os obstáculos, valorizam suas dificuldades, não adubam suas limitações. Arrumam desculpas e colhem insucessos gloriosos. Sabem que existem sucessos, mas eles não acontecem em suas lavouras. O que as pessoas colhem com o resultado de seus esforços é consequência das metas traçadas, de sua dedicação e principalmente a sua capacidade para atingi-las.

É o que explica o sucesso – e também o fracasso. Afinal de contas, também é preciso muita capacidade para levar uma empresa, um empreendimento à falência e muita habilidade para terminar um grande amor. O sucesso na vida depende de você, quando estabelece metas, realizá-las e mais do que tudo, levá-lo a conectar-se com seu poder criador e escrever sua própria estória. Pense nisso!

Para encerrar: Conta-se que um discípulo se aproximou do mestre e disse-lhe: - Durante anos busquei a iluminação, sinto que estou perto. Qual o próximo passo. O mestre calmamente perguntou-lhe: - E como você se sustenta? – Ainda não aprendi a me sustentar; meu pai e minha mãe me ajudam. Entretanto, isso é apenas detalhe. Me diga, mestre, qual o próximo passo para a iluminação? – O próximo passo, falou o mestre, é você olhar o sol por meio minuto. O discípulo obedeceu. Quando acabou, o mestre pediu-lhe que descrevesse o campo à sua volta. – Não consigo vê-lo, o brilho do sol ofuscou meus olhos – respondeu o discípulo. Então o metre sabiamente comentou: - Um homem que apenas busca a luz e deixa suas responsabilidades para os outros, termina sem encontrar a iluminação... um homem que mantém os olhos fixos no sol termina cego.

Amigos e ouvintes, a crônica de hoje que tentei e consegui escrever serve-me para uma profunda reflexão interior, pois ninguém consegue viver sem amigos, sem o calor humano da amizade. Nem todos os irmãos de sangue são amigos, de verdade. Um bom amigo é sempre um irmão, através dos laços da afinidade. O coração humano tem sede de paz, de amor, de amizade. Nos áridos e calcinados desertos de um mundo violento, como o nosso, podemos tornar-nos reciprocamente fontes benfeitoras, sombra amiga, oásis salvador. A própria Bíblia nos lembra: “Quem encontrou um amigo encontrou um grande tesouro”. Por isso, saibamos adubar nossas amizades sinceras, pois elas são nosso grandioso tesouro. Pense também nisso!

 

A crônica da semana vai ao ar pela Pontal FM 104.3 - A rádio que é a sua cara, todo sábado ás 13h. Com reprise aos domingos á 18h e 05 min.Ouça http://www.radiopontal.com.br/radiopontal.html






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