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COMO PERCORRER OS CAMINHOS DA VIDA?

 

Por Marcos Gabiroba

Nós, seres humanos, estamos imersos em um processo de vida que nos permite constantemente experimentar, aprender, crescer, errar, mudar, escolher, sofrer, querer, idealizar, acertar, amar e muito mais. Já pensou nisso? Pois é, na nossa caminhada pela vida foi-nos concedido realizar todas as funções para que possamos encontrar o nosso jeito mais confortável e mais feliz para vivermos. Muitas vezes pensamos, sentimos e agimos ainda de uma forma que não nos proporciona paz e equilíbrio com nós mesmos, com as pessoas e com os fatos da vida. Nossos seres ainda são muito falíveis, pois estamos em aprendizagem de como sermos melhores. Esta é uma fase de um degrau que podemos denominá-lo o do alto conhecimento de si mesmo.

Porém, o que compõe a nossa realidade emocional, mental e espiritual tende para a melhora e aperfeiçoamento em contato com tudo aquilo que vivenciamos no nosso dia a dia, ou seja, fatos, situações, relacionamentos, fracassos, dificuldades e experiências. Todas as nossas emoções negativas estão sendo gradativamente transformadas com o tempo e serão vencidas e, no lugar delas, estão sendo desenvolvidas emoções positivas e saudáveis.  Aqui, uma pequena pausa: Este é um processo natural da vida. Claro, lógico e evidente que você, caro ouvinte, jamais pensou nisso, não é mesmo?

Cada um de nós é uma expressão única e especial da vida como o caminho de cada um. Se tomarmos consciência realmente dessa verdade, compreenderemos que estamos perdendo tempo ao fazermos comparações e tentarmos nos igualar aos outros ao passo que se nos orientarmos pelos nossos sentimentos, seremos mais autênticos e felizes. Tal atitude irá nos mostrar a nossa própria verdade quando então poderemos nos libertar das ilusões em que sempre acreditamos. A auto-observação, o autoconhecimento e a autoanálise que são necessários ao nosso crescimento pessoal e espiritual incluem também a forma como lidamos com os nossos erros. Quando estamos realmente empenhados em realizar uma faxina intensa, estaremos atentos a identificá-los, admiti-los e a analisá-los, o que nos fará tirar o máximo proveito deles em nosso benefício. Quando tomamos consciência e não desqualificarmos nossas falhas e faltas, refletindo sobre elas, estamos aproveitando uma ótima oportunidade de dar um passo à frente em nossa caminhada. Como ainda estamos apegados e nos sentimos protegidos pela nossa personalidade temos dificuldade em lidar com perdas, é esta uma tarefa difícil para muitos de nós e a aceitação de erros cometidos, sejam eles de qualquer natureza. Porém, se aceitarmos que errar faz parte do processo da vida, entenderemos que o erro é educativo, assim como tudo o que nos acontece. Então, entenderemos que é preciso ousar e arriscar.

Assim também acontece com todos os acontecimentos que vivenciamos. Quando encaramos as experiências difíceis como desafios, automaticamente elas nos fortalecem e nos dão novas perspectivas de enfrentá-las. Na verdade, as crises decidem nossos destinos dependendo do nosso aprendizado que tiramos dela e das decisões que tomarmos a partir daí.

De forma geral, nós os seres humanos temos o costume de focar nas situações externas da vida e para o outro, mas muito pouca capacidade de focar a sua atenção e visão para dentro de si mesmo. Nossa visão do mundo é praticamente só externa. Somos míopes para ver internamente. Porém, existe um mundo imenso de pensamentos e sentimentos que são de uma riqueza que desconhecemos e cuja qualidade determinará o grau de nossa felicidade. Esta é uma realidade. Este movimento nem sempre necessário tem a função de dirigir a nossa atenção e observação para dentro do nosso íntimo, ou seja, para nossos pensamentos e sentimentos, fazendo-nos conhecê-los. O conhecimento de si mesmo pode ser ajudado por meditações, reflexões, leituras e terapias. Paralelamente a este processo, naturalmente conseguiremos dominar o nosso interior. Aí então, poderemos transformá-los para melhor, pois só se muda àquilo que é conhecido e se tem controle. Aquelas pessoas que agem impulsivamente, geralmente são as que são dominadas pelo egoísmo ou imprudência, ora levadas pelos pensamentos negativos e sentimentos que não demonstram total controle sobre eles.

Por outro lado, observa-se por consequência, que este processo de conhecimento interno é o aumento de nossa confiança e segurança interna, pois estamos “pisando” em terreno conhecido. Desta forma, construímos a nossa identidade e a nossa autonomia. Ficamos assim mais aptos a sermos realmente donos de nossas atitudes, ainda que momentaneamente. È necessário tirar proveito e benéfico de tudo que existe dentro de nós. Somos os únicos na face da terra que podemos identificar como anda nosso mundo interno, através das nossas atitudes. Se nossa vida está de cabeça para baixo, provavelmente é porque ainda não alcançamos o equilíbrio interno; se não nos aceitamos como somos, não seremos capazes de aceitar a vida e o outro; se somos muito exigentes conosco, seremos muito críticos e exigentes com os outros. Esta é uma realidade insofismável.

Já observaram que, quando estamos de bem com a vida, nossas reações aos fatos “negativos” é de serenidade e muito pouca coisa nos aflige como outrora nos afligia? Isto é porque possuímos a paz necessária para entender que as pessoas criam as próprias situações, sejam elas boas ou más. É neste contexto que conseguimos um bom relacionamento, primeiramente conosco mesmo e, por consequência com todos os demais que nos circundam e, por isso, eliminamos, facilmente, os conflitos internos e externos. É de bom alvitre, saber que existem pessoas que se sentem predestinadas ao sofrimento e colocam a culpa por seus desacertos em tudo e em todos se esquecendo delas mesmas? Não sabem, ou não querem perceber o que lhes acontece ao seu redor, isto é o seu pequeno mundo. Estas pessoas existem e este desleixo é reflexo do que existe no íntimo delas. Talvez, esse fenômeno do amadurecimento já esteja acontecendo com você, caro ouvinte e, só através dele é que se inicia o momento de se abolir suas acusações ao mundo e às pessoas. Mas este é um assunto muito íntimo, por isso, me abstenho em prolongar neste contexto, pois ele extrapola ao que é real. Por outro lado, o amadurecimento leva as pessoas a assumir a responsabilidade pelos seus atos e ações. A pessoa deve perceber que é o responsável por si mesmo e, apenas você mesmo tem o poder de mudar o seu destino, sob as graças de Deus. É preciso também observar que não é o mundo que se transforma, mas é você como indivíduo e cidadão, o ser que amplia o seu modo de ver as coisas. Na realidade, a nossa melhora se baseia na capacidade de enxergar claramente tudo que nos rodeia principalmente a nós mesmos. Ao alcançarmos o amadurecimento reconhecemos a nossa grande responsabilidade na palavra mal pronunciada, no desespero ao próximo, no ressentimento ao semelhante; enfim, nos atos mal praticados, habitualmente, são atitudes que trarão consequências aos outros e a nós mesmos, em função da lei divina e universal de causa e efeito, isto é, a lei do retorno. Já pensaram nisso. Para sua reflexão final, lembro-me que certa vez um jovem se dirigiu a seu mestre perguntando-lhe: Quais são os caminhos da vida? O mestre mostrou-lhe o escrito em sua pequena agenda dizendo-lhe: - sei o que quero; - busco sempre o essencial; - faço apenas o que posso; e sorrio confiante, esperando. Definitivamente, existem quatro degraus importantes na escada da vida que nos leva para o alto, onde o essencial reside: querer, partilhar, sorrir e perseverar. Não basta apenas caminhar, ganhar a escada... O grande desafio é caminhar sempre, caminhar bem, sem desalentar na subida, quando o desânimo nos abate. Caminhos de fé e de participação são os caminhos da vida. Caminhos de amor e de solidariedade que ninguém consegue fazer sozinho e que a gente percorre no ombro-a-ombro, com outros irmãos. Pensem nisso e uma abençoada semana!!! 

 


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