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Boa noite - Itabira, sexta, 23 de agosto de 2019 Hora: 19:08
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A CRÔNICA DA SEMANA - PODER DO HOMEM VEM DE DEUS, JAMAIS DAS MÁQUINAS

 

Por Marcos Gabiroba

Como pudemos observar nos canais de TVs, no Brasil e em vários países do mundo afora, foi comemorardo no último dia 1º, o dia do trabalhador. Eu disse dia do trabalhador? Não meus amigos, o dia 1º de maio é o dia do trabalho, este, instituído em homenagem aos homens e às mulheres que, em 1886, na cidade de Chicago, nos Estados Unidos entraram em greve, reivindicando a redução da jornada de trabalho para oito horas, e foram severamente reprimidos pela polícia local.

Trazendo esta realidade para os dias de hoje, vimos o Papa Francisco, em sua mensagem aos trabalhadores referir-se ao desemprego que assola o mundo e, principalmente no nosso país, onde o número de desempregados já ultrapassou à casa do 14 milhões, classificando essa situação como uma tragédia mundial.

Por outro lado, na França, os sindicatos pedindo mudanças na política social, tentaram se destacar em meio aos confrontos com a polícia francesa, sob o pálio dos “coletes amarelos” e dos “black blocs” locais, dentre eles manifestantes anticapitalistas e antifascistas vestidos de negro e com os rostos encobertos proporcionaram mais um desfile sangrento em busca de pseudos direitos e sob o pálio da bandeira da desordem pública.

Em São Paulo, berço do petismo e em outras cidades como Contagem, na zona de convergência da capital mineira, frentes sindicais se esforçaram para construir uma união das esquerdas contra o governo central e protestos contra a reforma da previdência, destacando-se que em Minas, especialmente Contagem, os olhos se voltaram contra a ganância do capitalismo e focados aos atingidos pelas barragens de Mariana e Brumadinho onde, no conjunto, mais de trezentos trabalhadores perderam a vida, sem contar os que ainda são considerados desaparecidos.

Neste contexto podemos observar que, passados mais de 130 anos de tantas comemorações do 1º de maio, o mundo do trabalho e dos trabalhadores mudou radicalmente, sobrevindo transformações estruturais e conjunturais, às quais vieram se somar, nos últimos anos, os ideais liberais que defendem a autonomia do mercado e a desregulação das leis trabalhistas, estas, ora em vigor, principalmente neste país “grande e bobo”, fazendo com que, o trabalho humano venha a ser substituído pelos robôs e máquinas especializadas, exigindo dos trabalhadores a rápida adaptação às novas formas de competências para permanecerem no mercado de trabalho. Você já pensou nisso caro ouvinte e trabalhador, ora desempregado? Com isso, os valores como condições adequadas de trabalho e garantia de conquistas sociais está indo para o “beleléu”, isto é, estão sendo colocadas em “xeque mate” exigindo dos trabalhadores novas regras e o poder desses trabalhadores ainda com emprego fixo se dissolve nas centenas de experiências que se empreenderam, a favor dos empregadores e contra os empregados.

Também, é de se observar que, “as esquerdas” aqui, ali e alhures quando no poder, ajudaram mais ao sistema capitalista, humanizando-o, do que construíram um regime autônomo, solidário e humanista. À vista podemos citar o crescimento desordenado dos bancos e demais entidades deste ramo comercial, fato este que frustrou em todos os lugares onde se estabeleceu, não é mesmo? Podemos, neste contexto, lembrar a situação de nosso país vizinho, a Venezuela, onde o imperialismo da “esquerda ordinária” levou o país à bancarrota ou à guerra civil.

Meus amigos e ouvintes, o Dia do Trabalho é uma data muito significativa para qualquer ser humano, de qualquer país ou etnia, pois o trabalho dignifica o homem ou a mulher. O tempo muda e com estas mudanças, as oportunidades de empregabilidade tem se diversificado. Com o apogeu da ciência da comunicação e da tecnologia o mundo tomou um novo rumo no tocante à visão das classes sociais.

O homem, o trabalhador num todo se apropriou do direito à educação, e com isso, a mão de obra que antes, nos seus primórdios não existia nenhuma preocupação da qualificação, hoje as tem, através de cursos técnicos e universitários que os qualificam para atender as necessidades do mercado de trabalho nos diversos ramos de suas atividades, seja em prestação de serviços, industriais, empresariais ou autônomos.

Reconhece-se que com toda essa capacidade de trabalho, ainda, o mercado não consegue absolver a grande demanda e dessa forma persiste o problema do desemprego. Mas dias melhores virão, com certeza, pois a luta pela igualdade social contra os privilégios e os privilegiados, estes ainda restam intactos. O tempo será testemunha dessas mudanças, pois o trabalhador as requer e merece. Pensem nisso. O trabalhador brasileiro é muito maior do que tudo isso que aí está. Parabéns, trabalhador pelo seu dia e nenhum tsunami terá foça contra o seu poder de trabalho! A tua resistência vencerás. O teu poder de inteligência não será jamais substituído por máquinas ou robôs, porque Deus está em você, jamais nas máquinas. Pensem nisso!

 

A crônica da semana ao ar todo ao vivo aos sábados ás 13h. Reprise aos domingos ás 18h e 10 min, e terça-feira ás 10h e 30 min. 

 


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