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Futebol
Seleção Brasileira volta ao palco de humilhação para manter ascensão e afundar Argentina

 

Depois de dois anos, o Mineirão volta a receber a Seleção Brasileira, em mais um clássico do futebol, agora pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2018, na Rússia. Após sofrer a acachapante e humilhante goleada para a Alemanha, por 7 a 1, pelas semifinais do Mundial de 2014, diante de mais de 58 mil torcedores presentes, o Brasil volta ao estádio da Pampulha para encarar outro tradicional adversário, a Argentina. O jogo desta quinta-feira, às 21h45 (de Brasília), será o reencontro do público mineiro com a equipe verde-amarela, em um momento bem diferente.

Com a humilhação no Mineirão, o Brasil passou por mudanças profundas, a começar pelos jogadores – só sete daquele grupo que disputou a última Copa estarão presentes contra a Argentina. E a chegada da comissão técnica comandada por Tite resultou em modificação também na parte tática e até psicológica. Após um começo claudicante, a Seleção reagiu e se transformou em líder das Eliminatórias Sul-Americanas. Além de recuperar o prestígio e apagar – ao menos um pouco – a decepção com a goleada para a Alemanha, os brasileiros poderão se aproximar da classificação para o Mundial na Rússia e afundar mais o grande rival no continente.

A Argentina se complicou depois da perda de pontos da Bolívia para o Chile, em decorrência de escalação de um jogador em situação irregular. Os hermanos caíram na classificação e despencaram para o sexto lugar, fora da zona de classificação para a Copa de 2018. O técnico Edgardo Bauza passou a ser contestado por causa dos últimos resultados e ficará ainda mais pressionado em caso de derrota no Mineirão. O time alviceleste não vence há três partidas – empates com Venezuela e Peru e revés diante do Paraguai.

Invicto e com 100% de aproveitamento no comando da Seleção (quatro vitórias consecutivas), Tite ignorou o mau momento da Argentina e considera que os times se equivalem tecnicamente. “São duas equipes qualificadas, campeãs do mundo e com atletas das duas equipes entre os três melhores do mundo. Isso traz uma condição diferente para jogo. Para a classificação, vale os três pontos. Mas, pelo histórico das duas equipes e pelo aspecto da grandeza, tem um componente diferente”, avaliou.

Retorno ao Mineirão

Ex-treinador do Atlético em 2005, Tite conhece a torcida mineira e sabe que a Seleção terá apoio, mesmo com o 'fantasma' dos 7 a 1. Entretanto, o treinador trabalha o lado psicológico dos jogadores para que não sintam o impacto da volta ao palco da maior humilhação da equipe canarinho. “Isso (o jogo) foi programado lá na frente, sem saber os resultados. Não podemos rotular os locais, não posso pensar nisso – Vou deixar de ir para um clube que tenho carinho e não fui bem, como o Atlético. Eu gostaria de voltar para pagar essa dívida. Isso faz parte da vida, vamos embora”, filosofou.

Ao mesmo tempo, o comandante considera que os jogadores têm uma responsabilidade muito maior que qualquer decepção a ser superada: vestir a camisa da Seleção. “(A goleada de 7 a 1) Faz parte da história. Mas há uma pressão muito maior que os atletas sentem, que é representar o Brasil pentacampeão. Parreira, Zagallo, Felipão, Feola e Aymoré foram campeões do mundo e estou aqui no lugar deles. Houve questionamentos em 2014, em 1950, foi assim a história. A pressão é estar à frente da Seleção Brasileira”, enfatizou.






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