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Em Itabira, 101 homens foram presos por violência contra a mulher semente em 2017

 

Tatiana Santos - Defato

A delegada Amanda Machado, à frente da campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” em Itabira, convocou a imprensa local para falar sobre a mobilização. O encontro foi realizado na manhã desta sexta-feira, 24 de novembro, no Fórum Desembargador Drumond. Amanda comanda a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) há cerca de quatro anos.

Para prestar esclarecimentos e sanar as dúvidas, participaram a tenente Miriam Guimarães, que comanda a Patrulha da Violência Doméstica (PVD); a psicóloga Tatiana Gavazza, vice-presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência Sexual e Doméstica de Itabira, além do advogado e conselheiro municipal dos Direitos da Mulher de Itabira, Leandro Abranches Martins.

No encontro, a delegada explanou sobre a programação dos 16 dias de mobilização, o panorama da violência contra a mulher e as parcerias na cidade contra esses crimes. Segundo dados da PVD, repassados por Amanda, de 1º de janeiro deste ano, até a data de ontem, 101 homens foram presos em flagrante por crimes de diversas naturezas contra a mulher, somente em Itabira.

Outra informação alarmante é de que foram requeridas 241 medidas protetivas de urgência nos últimos seis meses na cidade e, ainda, cerca de 170 mulheres foram acompanhadas pela equipe. Os números podem ser maiores, segundo explica a delegada, devido ao fato de que muitas vítimas não denunciam a violência.

Respostas à atuação

A tenente Miriam Guimarães explicou a função da equipe da PVD. Conforme esclareceu, o trabalho do setor é atuar diretamente com o agressor, com o monitoramento, com visitas, acompanhamento in loco da situação da casa da vítima, com o intuito de quebrar ou amenizar o ciclo da violência doméstica. “A gente tem conseguido uma resposta muito boa, devido ao fato de que a presença do policial é muito forte na vida do homem. A resposta é satisfatória porque a mulher percebe que não está mais sozinha”.

Segundo a militar, muitos fatores levam a vítima a se submeter ao agressor, como dependência econômica, medo de perder os filhos ou medo de perder a própria vida.

A delegada Amanda lembrou que o primeiro movimento do tipo em Itabira foi feto no ano de 2014, visitando empresas, setores públicos e divulgando o laço branco. A delegada avalia que, mesmo nos anos em que a mobilização foi mais tímida, a mensagem foi passada de várias formas. Materiais foram entregues em ônibus, bares e restaurantes.

“O mais importante, nós não podemos deixar de fazer. Fazer é a nossa atividade. Cada um em seus trabalhos. É isso que dá o sentido de rede. O trabalho da Polícia Civil e Militar, Creas, Saúde, Judiciário, Ministério Público e OAB isoladamente não consegue atingir a complexidade que é a violência de gênero”, finalizou Amanda.






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