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Parada LGBT de BH vai às ruas por mais democracia e direitos humanos em 2018

 

Em ano de eleições, é com o tema “Mais democracia e mais direitos humanos: esse é o Brasil que queremos para as LGBT!”, que a 21ª Parada do Orgulho LGBT de Belo Horizonte promete reunir 80 mil pessoas no centro da capital no próximo domingo, 8 de junho. O Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais (Cellos-MG), realizador do evento, e a prefeitura de BH, por meio de Belotur, apresentaram os detalhes do evento em uma entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira.

No ano passado, o evento reuniu 80 mil pessoas. Com a expectativa de mais público em 2018, a prefeitura aumentou o repasse de R$ 100 mil para R$ 120 mil para a edição deste ano. O valor será destinado à estrutura da Parada, como grades, banheiros e palcos. 

O trajeto será o mesmo, com concentração na Praça da Estação a partir das 11h, onde fica montado o palco para os shows e atos políticos. Em seguida, a parada segue pela Avenida Amazonas em direção à Praça Sete, onde os organizadores prometem um ato “surpresa”. De lá, eles seguem caminhando até a Praça Raul Soares, próximo ao Barro Preto, onde o desfile termina. 

 
“Em um momento de tensionamento social, as pessoas vêm para se expressar, dar seu recado. A gente tem uma adesão enorme neste ano em função, - acredito, avaliação nossa -, dessa questão da perda de direitos e desses retrocessos que vem sendo colocados para a sociedade. Então, a Parada também dá voz àqueles que estão silenciados. É muito importante porque as pessoas se reconhecem no evento”, diz o presidente da Cellus, Azilton Viana. 
 
Sobre o tema da Parada de BH este ano, os organizadores avaliam que atualmente os políticos estão colocando em prática medidas que fragilizam a defesa dos direitos desta população e lembram que a cada 19 horas uma pessoa LGBT é assassinada no Brasil (segundo levantamento do Grupo Gay da Bahia, divulgado no início deste ano). 
 
“Não dá para se pensar em cidadania plena para cidadãs e cidadãos LBGT sem trabalho digno, sem saúde, sem educação, sem segurança e, o que é mais grave, sem direito à vida. É isso que nós sofremos cotidianamente. Gostaria de estar aqui depois de 21 anos falando de outras coisas mas, infelizmente, a gente ainda continua nesse lugar de bancar e de buscar os direitos fundamentais que todos já têm”, pontua Viana. 

 






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