Família de Juliana Marins faz novo alerta sobre vaquinhas falsas

Juliana Marins participava de trilha em vulcão indonésio quando desapareceu Foto: Reprodução | Redes sociais

Perfil criado pela irmã da brasileira que morreu na Indonésia fez novo aviso e negou pedido de contribuições

Familiares de Juliana Marins, a brasileira que morreu em uma trilha na Indonésia, alertaram nesta quinta-feira (26 de junho) sobre vaquinhas falsas para custear o translado do corpo para o Brasil. A jovem natural de 26 anos realizava um mochilão pela Ásia e caiu durante uma trilha no Monte Rinjani, na sexta-feira (20). O corpo só foi encontrado cinco dias depois, com ajuda de voluntários.

“Já dissemos e repetimos: a família não abriu nenhuma vaquinha! Não doem! É fake!”, diz o texto publicado na conta gerenciada pela irmã de Juliana, Mariana Marins. O corpo de Juliana foi retirado do vulcão na manhã de quarta-feira (25), no horário de Brasília, e passará por uma perícia na Indonésia antes de ser liberado para o Brasil.

O governo brasileiro não pode bancar o translado do corpo, segundo já confirmado pelo Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty. Apesar disso, figuras como o ex-jogador de futebol Alexandre Pato e o prefeito de Niterói, no Rio de Janeiro, cidade natal de Juliana, já se ofereceram para ajudar a família da jovem com os custos do transporte.

Por que o governo não pode custear o translado de Juliana Marins?

O Itamaraty relatou que presta assistência consular aos familiares de Juliana através da Embaixada do Brasil em Jacarta, como informado anteriormente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao lamentar a morte da brasileira. O suporte, no entanto, não pode se estender aos valores relativos ao translado do corpo, segundo determinação do decreto 9.199/2017.

Até o momento, familiares e amigos não divulgaram informações sobre o translado do corpo da jovem. Através do perfil Resgate Juliana Marins, eles afirmaram que a brasileira “sofreu uma grande negligência por parte da equipe de resgate” e que “se a equipe tivesse chegado até ela dentro do prazo estimado, Juliana ainda estaria viva”.

O Parque Nacional do Monte Rinjani, na Indonésia, contabilizou 180 acidentes e oito mortes entre 2020 e 2024, segundo dados do governo do país, divulgados no início deste ano. A morte da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que caiu em um penhasco enquanto realizava uma trilha no parque, é a segunda registrada em 2025 e ainda não consta nos dados oficiais.

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