Tatiana Santos
A Comissão de Direito das Pessoas com Deficiência prestará atendimento jurídico durante a 3ª Corrida Rara de Itabira, no dia 14 de setembro. A atuação acontecerá com o apoio da 52ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do município. Membros da comissão estarão na tenda para acolhimento jurídico, tirando dúvidas e respondendo questionamentos de famílias de pessoas com deficiência sobre temas como Direito da Saúde, Previdenciário, Criminal e outros relacionados às pessoas com deficiência, síndromes e transtornos.
Dentre os integrantes, estarão a presidente da comissão, Amanda Teixeira, juntamente de Francisca Lira, Bernardo Rosa, Juliana Campos, Rebeca Figueiredo e Ruth Lorenna, e o apoio da presidente da OAB, Patrícia Freitas. A equipe estará com um colete de identificação para auxiliar às famílias que serão atendidas.
Dra Amanda destaca que haverá a participação de membros da Associação de Mães, Pais e Amigos dos Autistas de Itabira (AMA), que farão um trabalho de divulgação por meio de produtos que focam na inclusão. Haverá ainda a promoção de engajamento com os participantes. “Os membros da AMA estarão provendo acolhimento, troca de experiências, direcionando as famílias de autistas sobre os grupos de acolhimento, eventos, reuniões e assuntos sobre inclusão”, adianta a presidente. A AMA montará uma tenda com lojinha de produtos da associação, onde haverá camisas, cordões de quebra cabeça, canetas e pins à venda para quem se interessar e apoiar a causa.
Corrida da solidariedade
A terceira edição da corrida é realizada pelo dentista Max Cota, por meio do Max Instituto e apoiadores. Toda a renda será revertida integralmente à compra de equipamentos para as equipes de saúde da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Itabira. A expectativa é de que a renda do evento chegue a cerca de R$132 mil. Na primeira edição da Corrida Rara, realizada em 2022, foram quase 500 inscrições. O valor da renda revertida chegou a R$20 mil. Em 2023, foram cerca de R$30 mil.
O idealizador levanta a bandeira da inclusão desde que nasceu a filha de 8 anos, Beatriz, portadora de Síndrome de Joubert. A condição genética afeta o desenvolvimento do cérebro, causando fraqueza muscular, atraso no desenvolvimento, movimentos anormais dos olhos e problemas respiratórios.
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