O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais intensificou, neste sábado (28/2), os trabalhos de busca por Pietro, de 9 anos, desaparecido após um deslizamento de terra que atingiu o bairro Paineiras, em Juiz de Fora.
A operação entrou em uma fase com a necessidade de demolição controlada de estruturas e o uso de maquinário pesado para remover estruturas que impedem o acesso ao local onde a vítima possivelmente estaria.
A estratégia foi ajustada devido à extrema complexidade do terreno. Segundo a corporação, a área apresenta instabilidade severa, o que exige um trabalho de engenharia minucioso para garantir a segurança dos militares e voluntários que atuam na linha de frente.
O porta-voz do Corpo de Bombeiros, tenente Henrique Barcelos, detalhou as dificuldades enfrentadas pelas equipes. O principal obstáculo no momento é a presença de rochas maciças que pressionam as lajes dos imóveis atingidos.
“A gente está tendo uma dificuldade enorme por conta de rochas muito pesadas, uma delas inclusive em cima das lajes que a gente precisa criar um acesso. Nesse momento, estamos realizando alguns desmanches, o que acaba trazendo um pouco de material fragmentado para baixo e, com o apoio de voluntários, retirando”, explicou o tenente.
“A gente está tendo uma dificuldade enorme por conta de rochas muito pesadas, uma delas inclusive em cima das lajes que a gente precisa criar um acesso. Nesse momento, estamos realizando alguns desmanches, o que acaba trazendo um pouco de material fragmentado para baixo e, com o apoio de voluntários, retirando”, explicou o tenente.
O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais intensificou, neste sábado (28/2), os trabalhos de busca por Pietro, de 9 anos, desaparecido após um deslizamento de terra que atingiu o bairro Paineiras, em Juiz de Fora.
— O TEMPO (@otempo) February 28, 2026
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Após a confirmação de que outra vítima foi localizada em óbito no bairro Linhares, os esforços da cidade agora se concentram totalmente no caso do menino desaparecido. A cada encerramento de turno, os militares recalculam as rotas de busca.
De sexta-feira (27/2) para sábado, a estratégia evoluiu para o uso de ferramentas de alta pressão e sistemas de elevação:
- Elevação de rochas: uso de correntes e material de ar comprimido.
- Rotas de saída: desmanches estruturais para escoar destroços.
- Apoio logístico: integração entre máquinas pesadas e trabalho manual de remoção de fragmentos.
“Percebemos a necessidade de fazer uma elevação de nível nessa rocha utilizando correntes e material também de ar comprimido e, nesse momento, estamos fazendo alguns desmanches para criar uma rota de saída desses destroços e conseguir chegar até essa vítima”, concluiu Barcelos.
A Defesa Civil permanece monitorando as encostas adjacentes, enquanto a comunidade local acompanha o desenrolar dos trabalhos.
Fonte: O tempo