Por Doutor Marcos Evangelista, O Gabiroba
Foi-se o mês de fevereiro, mas no mundo fala-se muito em pós-modernismo, isto é, num modo de vida que gira, principalmente, em torno do indivíduo, somente do indivíduo e não do coletivo. A ideia é que cada deve viver do jeito que gosta é uma realidade, porém, intervir na vida do outro ofende, além, de invadir sua privacidade. O contrário, e leva-nos a tentação de invadir na vida do outro sem considerar as demandas que o outro necessita ou cogita para a sua própria vida, sendo este o momento necessário em segurar as nossas próprias vontades e não sermos um obstáculo, mas sim, uma ponte. Quiçá, não é este o momento para renunciar aos nossos propósitos? O resultado poderá ser péssimo, aí se denomina o isolamento ou solidão. A ideia de que cada um pode viver por si tem uma forte tendência de desmanche das famílias e, não mais sermos “respeitados” e acabamos abandonados. Quantas e quantas famílias se dissolveram por causa de pequenos desentendimentos ou picuinhas? O amor prometido no Altar diante do celebrante e testemunhas esvai-se e os filhos ficam a ver navios, ou, na maioria das vezes, além de prejudicados são vítimas. Não sei se você que me ouve agora, participa da vida de alguma igreja, mas em princípio e ali, que está o espaço para você encontrar a solução de todos os seus problemas, sejam eles sentimentais ou profissionais, diferentemente de quaisquer outras agremiações. Pensem nisso.