Por Marcello Ambrósio
Em uma cerimônia dividida entre a Assembleia Legislativa (ALMG) e o Palácio da Liberdade, Romeu Zema (Novo) encerrou oficialmente seu mandato como governador de Minas Gerais. O movimento faz parte da estratégia para sua pré-candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026. Com a saída, o vice Mateus Simões (PSD) assume a chefia do Executivo estadual.
Posse e novos rumos em Minas
Mateus Simões foi empossado na manhã de domingo e já é visto como o nome natural para a disputa da reeleição ao governo mineiro. Em seu primeiro pronunciamento como governador oficial, Simões prometeu “dedicação integral” ao estado, sinalizando continuidade à linha de gestão de seu antecessor, mas agora com o selo do PSD.
A estratégia de Zema
Romeu Zema, que anunciou sua pré-candidatura pelo partido Novo ainda em agosto de 2025, reforçou na última semana que pretende manter-se como cabeça de chapa. Ele negou articulações para alianças imediatas como vice de outros nomes da direita, como o senador Flávio Bolsonaro (PL), reafirmando a intenção de construir uma via própria para o Palácio do Planalto.
Solenidade simbólica
Após o rito constitucional na ALMG, os políticos seguiram para o Palácio da Liberdade para a transferência simbólica do cargo. O evento contou com a presença de aliados e marca o início de um período de intensa articulação política, onde Zema passará a viajar pelo país para consolidar seu nome nacionalmente.
