Por Tatiana Santos
Levar a vacinação antirrábica até as comunidades rurais exige uma operação planejada para percorrer grandes distâncias e atender propriedades distantes do centro urbano. Desde o início de agosto, equipes percorrem os distritos e localidades do interior para garantir que cães e gatos fiquem protegidos contra a doença. O trabalho porta a porta é a única alternativa para atender tutores que não têm como transportar seus bichos até a cidade.
O coordenador da ação, Frederico Santana, destaca a importância do trabalho conjunto em campo: “A parceria com os agentes de saúde locais é fundamental para o sucesso do nosso trabalho no interior”. O servidor público detalha a dinâmica, ressaltando que os agentes que conhecem a rotina dos moradores avisam com antecedência sobre as visitas, permitindo que as famílias deixem os cães presos e prontos para a vacinação.
Outro ponto abordado pelas equipes rurais é o manejo de animais de rua ou comunitários que vivem nas proximidades das propriedades. Frederico explica os limites da atuação: “Por questões de segurança da equipe, não realizamos a captura de cães bravos ou ariscos sem a ajuda de quem costuma alimentá-los”. Mas o coordenador destaca que “se o morador conseguir conter o animal com segurança, a aplicação é feita sem qualquer impedimento”.
A próxima ação ocorre no dia 29/08 em locais como UBS Campestre, UBS Gabiroba de Cima, UBS Bela Vista, além da Igreja Divino Espírito Santo e da Escola Matilde Menezes, de 8h às 16h. A vacinação na zona rural e na cidade abrange a proteção dos bichos e a segurança das famílias, buscando imunizar mais de 10 mil animais. Além dos dias de mutirão, o atendimento fixo continua disponível diariamente na Secretaria de Saúde, na Rua Jacutinga, 15, das 8h30 às 16h.