País atingiu uma taxa de 6,2% de desocupação em maio, segundo a PNAD Contínua Mensal, do IBGE; vagas com carteira assinada batem recorde
A taxa de desemprego no Brasil caiu mais uma vez. No trimestre finalizado em maio, o índice atingiu o patamar de 6,2%, indicando uma redução de 0,6 ponto percentual na comparação ao trimestre concluído em fevereiro. A queda foi de quase 1 ponto percentual (p.p.) em relação ao mesmo período de 2024. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Mensal, divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“Os pequenos negócios são o grande motor do desenvolvimento nacional, geram emprego e renda para que a nossa população tenha mais dignidade”, comemora o presidente do Sebrae, Décio Lima. “São homens e mulheres que acordam de manhã e nunca desistiram. Produzem, com a sua criatividade, o seu próprio negócio, garantindo inclusão e apoiando o crescimento da economia conduzida pelo presidente Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin”, completa.
Outro dado importante para o Sebrae foi abordado pela pesquisa. O IBGE verificou que a taxa de informalidade (proporção de trabalhadores informais na população ocupada) foi de 37,8%, o que corresponde a 39,3 milhões de trabalhadores informais. Esse índice foi inferior ao verificado tanto no trimestre móvel anterior (38,1%), como no mesmo trimestre de 2024 (38,6%). Também ocorreu uma alta de 3,7% do número de trabalhadores por conta própria com CNPJ (mais 249 mil) na comparação trimestral e aumento de 8,4% no confronto anual.
Essa alta é acompanhada de perto pelo Sebrae. Somente entre janeiro e maio, o Brasil registrou, entre janeiro e maio deste ano, a abertura de 2,21 milhões de novos pequenos negócios. O resultado é 24,9% superior ao verificado no mesmo período do ano passado e representa mais de 97% de todas as empresas iniciadas no país. Somente no mês de maio, foram mais de 409,3 mil novos pequenos empreendimentos. Os dados fazem parte de cruzamento de dados com base em informações da Receita Federal.
Fonte: O tempo