Mulher que matou filha de 7 anos e deixou carta para marido tem prisão convertida em preventiva

Suspeita não aceitava o fim do relacionamento e deixou que a criança ligasse para o pai antes de cometer o homicídio, em Leopoldina, na Zona da Mata

Será mantida presa a mulher de 31 anos que matou a própria filha ,de 7 anos, e tentou se matar na sequência, deixando uma carta para o ex-marido. O crime foi registrado no último dia 1º de julho em Leopoldina, na Zona da Mata, quando a suspeita foi presa em flagrante ainda no hospital. Nesta quarta-feira (9 de julho), a polícia divulgou que a prisão da suspeita foi convertida em preventiva pela Justiça. 

A mãe foi indiciada, segundo a Polícia Civil, por homicídio com cinco qualificações: por motivo fútil; impossibilitar a defesa da vítima; contra menor de 14 anos; por ser contra a própria filha; e por utilizar meio insidioso ou cruel. 

A motivação do assassinato, segundo a Polícia Militar (PM), foi o fato de a mulher não aceitar o fim do relacionamento com o pai da criança. 

Antes do crime, a mãe mandou mensagens para o ex dizendo que mataria a filha do casal e depois se mataria. Ela também fez postagens no Instagram que faziam menção ao crime. Depois, ela obrigou a filha a ligar para o pai e dizer que as duas iriam “para o mundo das neves”.

Suspeita deixou carta e aliança

Segundo a corporação, a carta deixada pela mulher foi apreendida e entregue à perícia. Militares que atenderam a ocorrência relataram que o bilhete dizia que, se o homem não quisesse reatar o relacionamento, ele não veria mais a filha.

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A mulher ainda deixou a aliança em cima de um vestido, sobre a mesa.. A peça de roupa seria para o velório da criança, enquanto o par de alianças deveria ser colocado sobre o túmulo dela, como uma forma de demonstrar o amor que ela sentia pelo ex-companheiro.

Segundo a PM, a suspeita foi encaminhada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para um hospital, com cortes superficiais nos pulsos e no pescoço. No mesmo momento, o avô da criança chegou ao Hospital de Caridade carregando a menina nos braços, mas o óbito foi constatado logo na entrada da unidade de saúde.

Aos policiais, a mãe da criança relatou que dopou a filha com um medicamento tranquilizante, a asfixiou e depois a agrediu..

Fonte: Super

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