Após uma plataforma de monitoramento de cibersegurança denunciar que 251 milhões de CPFs foram vazados a partir do Gov.br, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) afirmou que não há registro de invasões ou vazamentos no site.
O suposto vazamento foi informado pela plataforma Vecert Threat Intelligence e supera os 213 milhões de habitantes do país porque incluiria até dados de pessoas já falecidas. Desta vez, ela detectou uma pessoa ou grupo denominado Buddha que teria acessado os dados na plataforma Gov.br.
Além dos CPFs, o criminoso teria tido acesso ao gênero, ao nome completo, à data de nascimento, ao nome dos pais e, em alguns casos, à data da morte das pessoas atingidas.
O teórico banco de dados vazado foi chamado de Morgue (necrotério, em inglês). O vazamento teria ocorrido no dia 15 de março. A própria plataforma, porém, sublinha que a informação não foi verificada oficialmente e trata-se, portanto, de uma alegação.
Fonte: O Tempo