Por Tatiana Santos
Boa tarde para você que está chegando agora. Hoje a gente tem entrevista, né, como eu já falei, a gente vai falar sobre saúde, algo bastante importante, principalmente na vida da mulher, né, homem também tem câncer de mama e a gente vai falar sobre esse tema bastante relevante. A doutora Larissa Aquino, ela que é mastologista médica aí do Pasa Horizonte, ela vai falar sobre esse tema, mas primeiro a gente quer cumprimentar a doutora Larissa.
Seja muito bem-vindo ao nosso programa, é um prazer receber você. Obrigada pelo convite. A gente agradece.
Bom, doutora, eu queria que a senhora falasse a respeito do câncer de mama, o que seria o câncer de mama? O câncer de mama é um dos cânceres mais frequentes nas mulheres, tirando o câncer não melanoma, que é um câncer de pele, e ele é uma divisão errada da célula, então todo mundo pode ter um câncer de mama ao longo da vida. E a gente sabe que 1 em cada 8 mulheres vão ter um câncer de mama ao longo da vida, então a gente tem uma prevalência alta, né, e o que a gente precisa às vezes de lembrar é que é uma divisão celular errada, que tem algumas coisas que vão ser responsáveis por isso, né, e outras coisas que a gente não é responsável, que acontecem ao acaso, e a maioria dos cânceres de mama, eles acontecem ao acaso, eles não estão associados a alterações genéticas. E sim a fatores do meio e a ocasionalidade mesmo.
Bom, e quando a gente fala a questão de fatores genéticos, né, quais são os principais fatores de riscos modificáveis, por exemplo, que é estilo de vida, né, prática de exercício físico, alimentação, e os não modificáveis seria no caso da genética, né, as pessoas que tem aquela predisposição. Isso, o câncer de mama, a gente fala que ele tem a história familiar, né, quando a pessoa tem alguém na família que teve câncer de mama, ela tem um risco aumentado, da mesma forma que quem tem pressão alta, diabetes, outras doenças também, quando a gente tem história familiar, às vezes a gente tem uma predisposição maior a ter, e o câncer de mama tem também aquelas famílias que tem mutações genéticas. Então são coisas que nós já nascemos com eles.
Esses fatores são fatores que a gente não consegue modificar, porque é a nossa história familiar e aquilo que a gente já nasce com isso. Agora, os fatores que a gente tem que se preocupar são os fatores que você falou, que são modificáveis. A gente sabe que quem tem hábitos de vida saudável, quem pratica atividade física, quem mantém um peso ideal, o cigarro também é uma coisa e o álcool estão associados a vários tipos de câncer, inclusive o câncer de mama.
Então hoje o que a gente recomenda? Que as pessoas tenham hábitos de vida saudáveis, porque esses são fatores protetores. Inclusive, a atividade física hoje, pra nós, ela é vista não só como um fator protetor, como ela também faz parte do tratamento. E a gente sabe que quem teve um câncer de mama, que pratica atividade física, reduz o risco também da doença voltar.
Então isso hoje também é uma prescrição médica. Enquanto a gente tem pacientes que fazem diagnóstico e são sedentários, é uma coisa que a gente sempre pede pra que a pessoa mude esse hábito, porque ele tem um valor muito importante. Não só na resposta, também ao longo do tratamento.
A gente sabe que pacientes que fazem atividade física, durante o tratamento elas têm uma resposta melhor, até as medicações mesmo, como que responde, como que combate as células cancerígenas ali e depois evita da doença voltar. Doutora, tudo bem com o senhor? Boa tarde, prazer tê-la aqui conosco. Doutora Larissa Aquino, mastologista médica do Pasa Horizonte, falando sobre o câncer de mama.
Eu gostaria de saber de você, além desse autoexame, qual que é o papel real da mamografia e a partir de qual idade ela é indispensável? A mamografia é o exame de rastreamento do câncer de mama e ela tem um papel muito importante, porque a gente sabe que um nódulo, pra ele ser palpável, ele geralmente é um nódulo maior, pelo menos um centímetro e meio, dependendo da localização que ele tá na mama. Se for uma mama muito grande, um nódulo muito profundo, às vezes a gente no autoexame não vai identificar. E a mamografia é o exame que faz a detecção mais precoce.
Por quê? Porque ela detecta algumas calcificações, que às vezes não são nem nódulos ainda, então é como se fosse assim. A calcificação, ela pode evoluir para uma nodulação e a gente tem as calificações que são benignas e as que são suspeitas e que com a biópsia a gente vai descobrir que são calificações malignas. E o exame que faz o rastreamento, que consegue fazer esse diagnóstico, é a mamografia.
Então, por isso que a mamografia é o exame de rastreamento e ela não é substituída por outros exames. Então, às vezes a gente pode associar o transom de mamas, pode associar a ressonância no rastreamento, mas o exame principal é a mamografia e ela é recomendada a partir de 40 anos para a população em geral. E a gente sabe que isso é uma coisa que agora foi incluída inclusive no SUS, que antes no sistema privado a gente já fazia a partir de 40 anos e no SUS era a partir de 50, mas teve uma lei nova que a partir de agora vai ser oferecido a partir de 40 anos, que é um ganho para nós.
Porque a gente sabe também que a população brasileira, a gente tem uma alta taxa de câncer abaixo de 50 anos, a gente tem mulheres acima de 40, abaixo de 50, com uma prevalência um pouco maior que a prevalência mundial. Então, é importante a gente lembrar que a recomendação é sempre que a gente faz mamografia anual, a partir de 40 anos, para as pacientes de risco habitual. As pacientes que têm história familiar, que têm alteração genética, vai depender de acordo com a história familiar e também com que alteração genética que tem.
Geralmente a gente começa a fazer o acompanhamento a partir de 25 anos e a mamografia a gente começa antes dos 35. Muito bem, a gente ainda tem uma pergunta a respeito das tecnologias, hoje em dia, nesses últimos anos tem avançado bastante, tem crescido, mas eu queria também que a senhora dissesse se tem algum exame que detecte algum tempo antes. Já estou até adiantando a pergunta do Marcelo, mas um exame que ele detecte, por exemplo, você tem uma chance de tanto por cento de ter um câncer de mama anos antes dele acontecer? Isso ainda a gente não tem.
Tem algumas pessoas que a gente tem tentado, tem estudos experimentais, mas não tem nada ainda que seja padronizado, nada que seja confirmado. O que a gente sabe de estudos que podem detectar câncer? São os testes genéticos. Os testes genéticos são feitos para pacientes que têm histórias familiares sugestivas, geralmente são pacientes que têm mãe, tia, irmã, avó, várias pessoas da família que já tiveram câncer de mama.
Ou outro tipo de câncer, então essas pessoas é recomendado que a gente faça essa testagem genética. E realmente, se essa testagem for positiva, os genes mais prevalentes para nós para câncer de mama é BRCA1, BRCA2, TP53 na população brasileira. Então, se a pessoa tiver esse teste genético, aí sim eu consigo falar, se ele for positivo, que ela tem um alto risco de ter câncer de mama e que provavelmente ela vai ter a doença.
Mas isso também não é uma sentença de 100%, geralmente o risco é maior do que 70%, mas não é 100%. Em medicina, a gente fala que é muito difícil a gente ter sempre e nunca, né? Porque as coisas elas variam de pessoa para pessoa, porque apesar de ser uma doença única, que a gente fala como um câncer de mama, ele tem vários tipos, vários subtipos e cada pessoa é uma pessoa só. Então, assim, cada doença em uma pessoa vai ser uma doença diferente, o que eu tenho não é igual ao que a outra pessoa tem.
São doenças parecidas, que a gente trata de forma semelhante, mas é importante a gente lembrar também que a gente tem que sempre individualizar o tratamento. Ainda dentro dessa pergunta anterior que eu fiz, quais foram, na verdade, as maiores evoluções no tratamento, por exemplo, cirurgia, quimioterapia, imunoterapia, nesses últimos anos? Nesses últimos anos, a gente melhorou muito, assim, não só o tratamento cirúrgico, que a gente vê que hoje em dia a gente sabe que a gente pode fazer cirurgias menores, ser menos invasivos, preservar mais coisas. A quimioterapia, ela foi muito importante também, porque a partir do momento que a gente teve drogas melhores, com mais tolerabilidade, a gente vê que em alguns tipos de câncer de mama, principalmente triplo negativo, REG, são subtipos de doença que respondem muito bem aos quimioterápicos, e até mesmo as drogas específicas, igual você falou, os imunobiológicos, eles vão agir direto no REG, eles vão fazer uma ação-alvo ali.
Então, isso faz com que a doença reduza muito, muitas vezes a gente, com essas medicações, a gente consegue transformar uma doença que estava ali, que seria grande, que a gente teria que fazer uma cirurgia maior, às vezes tirar a mama toda, a gente consegue regredir isso e fazer uma cirurgia menor. Então, hoje, o tratamento do câncer de mama, ele vai envolver três pilares, que vão ser os tratamentos medicamentosos, a cirurgia e a radioterapia. E a ordem que isso vai acontecer, às vezes ela pode modificar.
Tem situações que a gente vai fazer tratamento sistêmico com remédio primeiro, e tem situações que a gente vai fazer a cirurgia primeiro, e geralmente a radioterapia, ela vem complementando esses dois tratamentos e ela é feita em um terceiro momento. Muito bem, doutora Larissa, quais alterações do corpo, além do módulo, que deve acender aquele farol de alerta imediatamente para a pessoa procurar um profissional de saúde? O módulo palpável nem sempre vai ser o primeiro sinal que a gente vai ter. Então, se a pessoa notar, às vezes, uma saída de uma secreção, principalmente se for em uma mama só, uma secreção que sai sozinha, sem eu apertar, e se ela for da coloração branca, bem transparente, ou então, parecendo um sangue, são secreções que a gente preocupa, porque são descargas que a gente fala que são suspeitas.
Outras alterações que a gente pode ter é a retração do mamilo, quando o mamilo da pessoa, às vezes, ele é normal, e, às vezes, ele começa a ficar pra dentro, sem nenhuma causa específica, ou então, a mama ficar toda vermelha, parecendo uma casca de laranja. Isso são sinais que levam a gente sempre a preocupar. E, também, lesões de pele, que a gente sabe que, às vezes, nós vamos ter lesões de pele, que são lesões iniciais.
Então, toda vez que notar uma alteração, o que é importante? Procurar um médico pra ser examinado, não ficar esperando, porque a gente sabe hoje que a maioria das doenças, principalmente vários tipos de câncer, incluindo o câncer de mama, o que vai fazer diferença pra gente, em termos de curabilidade, é o diagnóstico precoce. Então, se eu faço um diagnóstico mais cedo, eu trato uma doença inicial e a chance de cura é maior. Muito bem, doutora Larissa.
Em relação a homens, uma pergunta muito boa, né? O câncer de mama masculino, ele é raro, mas existe, e que os homens precisam saber sobre isso? O câncer de mama masculino, ele geralmente é raro. Às vezes, ele pode acontecer também em famílias que têm várias pessoas que têm câncer de mama, porque ele pode estar associado com uma mutação do BRCA2. Quando a pessoa nota alguma alteração na mama, principalmente a mama masculina, a gente não faz rastreamento, igual a gente faz pra mulher, que a gente recomenda fazer mamografia anual.
Mas os homens que notarem alguma alteração na mama, devem procurar um ortodontologista ou um médico da família pra começar a fazer a investigação. Porque, em geral, o que a gente vê? Vão ser nodulações palpáveis. E, principalmente, como o homem não tem tecido mamário igual a mulher maior, a não ser em casa de gente com mais tecas, eles têm um pouco mais de tecido glandular ali, é mais fácil a gente ver um nódulo mesmo que seja pequeno, porque geralmente a gente tem no homem a pele e o músculo logo atrás e o tecido entre os dois.
Se eu tiver um nódulo ali, vai ser mais fácil de ser reparado. Então, se notar alguma nodulação, alguma lesão de pele que não melhora, se sair alguma secreção também do marido, isso pode acontecer. É importante procurar uma solutora.
Bom, agora 3h14min. Doutora Larissa, a gente fala muito a respeito do câncer de mama no mês de outubro, em referência a essa doença, e ainda comemora-se, celebra-se o Outubro Rosa. Mas a senhora acredita que a campanha ainda cumpre esse papel aí ou a gente precisa de mais ações, ações mais profundas durante o resto do ano? Eu acredito que a campanha do Outubro Rosa é muito importante, porque a gente sabe que ela tem um alcance mundial, mas uma coisa que a gente sempre fala é que o Outubro Rosa é o ano inteiro.
A gente não espere só a campanha do Outubro Rosa, porque nós ainda temos um país muito desigual, a gente sabe que a gente vê, ao mesmo tempo, mulheres que fazem diagnósticos muito precoces, mas a gente também vê mulheres que fazem diagnósticos de nódulos muito grandes, nódulos palpáveis, nódulos que às vezes são até inoperáveis, num país que a gente tem um acesso, mas um acesso, às vezes, ainda um pouco desigual. Então, eu acho assim, quanto mais a gente falar sobre isso, principalmente tirar um tabu que as pessoas têm de que se palpou um nódulo, aquilo é uma sentença de morte, muitas das vezes a gente vê que pessoas que chegam pra gente com lesões maiores, elas viram que tinha um nódulo pequeno e, às vezes, ficaram com medo de procurar. Então, eu acho que quanto mais a gente tiver oportunidade de a gente falar que câncer tem cura, que a gente consegue fazer um diagnóstico inicial e um tratamento, isso vai mudar a perspectiva e que não seja só no Outubro Rosa, porque é um mês de 12 meses.
Então, assim, a gente tem que aproveitar toda oportunidade e tentar, ao máximo, ir informando as pessoas ao nosso redor e também tendo comprometimento, acho que, de todo mundo, no sentido de cada um fazer a sua parte. Doutora Larissa, por que ainda temos aí um índice muito alto de casos descobertos em estágios avançados? O que está faltando? O que a senhora fala pra gente sobre isso? Eu acho que o que falta, às vezes, é informação, muitas das vezes também é medo, porque o que a gente vê, principalmente assim, eu, às vezes, eu pergunto, né, quando chega alguma paciente com uma doença mais avançada, se ela não tinha conseguido, pra também entender e muitas das vezes a gente vê que as pessoas, às vezes, não têm acesso mesmo ainda, infelizmente, elas não conseguem chegar, fazer os exames, serem acompanhadas, mas muitas das vezes elas até começam, mas por medo, por, às vezes, achar, às vezes, até sabem já que é um diagnóstico, mas acham que o tratamento não vai ser um tratamento curativo e, às vezes, elas acreditam que, ah, eu poupei um nódulo, eu vou morrer, porque, né, a gente sabe que o câncer, ele é uma doença endestigmatizada, que muitas pessoas, eu lembro, assim, na família da minha mãe, vários dos meus tios, assim, tiveram alguns tipos de câncer e aí quando ia, assim, às vezes, falecia e falava, morreu de quê? Não podia nem falar, ela falava aquela doença muito ruim, como se fosse uma coisa ruim e hoje a gente sabe que o câncer, assim como as outras doenças, pressão alta, diabetes, é uma doença que tem controle e também que é uma doença curável. Dentro das doenças crônicas, ela pode ser tratada, mas as pessoas ainda têm esse estigma, as pessoas falam assim, ah, eu poupei um nódulo, eu não vou não, porque se eu for eu vou descobrir, a gente escuta, às vezes, também muita gente fala assim, ah, não vou no médico, se eu for no médico, eu vou descobrir que eu tô doente, né, então, assim, são vários fatores, mas eu acho que as coisas que mais acontecem ainda é um pouco a falta de acesso e, às vezes, também o medo do diagnóstico, porque ainda é uma doença bem estigmatizada, as pessoas ainda olham, toda vez eu falo isso muito no consultório, quando a gente vai dar um diagnóstico, as pessoas, eu falo, ninguém sai do cardiologista, ninguém sai do endócrino, do clínico chorando, porque tá hipertensa e diabético, em geral é dito que as pessoas vão morrer, mas se for o mastologista descobrir um nódulo na mama, a pessoa acha que ela, né, que é uma sentença de morte, não é, muita maioria das mulheres, elas vão tratar e ser curadas, vão morrer de outra coisa, às vezes eu falo muito isso, e a gente precisa, realmente, de começar a entender que o câncer, não só o de mama, como as outras neofases, elas são doenças crônicas hoje em dia, né, o tratamento, ou ele vai ser curativo, ou ele vai ser, pro resto da vida, igual a outras doenças, a pessoa vai viver a vida dela e não vai morrer daquilo ali.
Agora, 13 e 19, doutora, a gente chegando ao finalzinho do nosso bate-papo, eu queria que a senhora falasse, né, a gente sabe que são conjuntos de fatores, né, pra se evitar o câncer de mama, outros cânceres também, o que a senhora poderia deixar de recado pras pessoas que estão aí do outro lado, acompanhando o programa, o que elas podem fazer, né, por assim dizer, pra evitar o câncer, tanto de mama quanto outros, mas como o momento é pro câncer de mama, o que a senhora teria a dizer? Então, hoje a gente incentiva, né, todos os pacientes a fazer pelo menos 150 minutos de atividade física ao longo da semana, né, essa atividade não precisa de ser os 150 minutos todos juntos, eles podem ser, né, fracionados, mas a gente já tem estudos que mostram que isso reduz o risco de câncer de mama, o tabagismo ele tá associado ao câncer de mama, então a gente orienta a suspender, evitar também o álcool em excesso, porque também é um fator associado à obesidade também, então a gente sabe que a verdade, quem se alimenta melhor, quem faz atividade física, quem tem hábitos de vida saudável, ela tem realmente um fator protetor, né, isso hoje já é comprovado, reduz mesmo o risco de a gente ter um câncer de mama e de outras doenças. Maravilha, doutora, a gente quer agradecer a presença da senhora nessa tarde, né, trazendo informações aí imprescindíveis, né, porque a gente vive hoje em dia em tempos de fast-food, comida rápida, não tem o tempo de malhar, não tem o tempo de exercitar, não tem o tempo de comer direito, e acaba que a gente vai renegando, né, esses fatores de saúde, e a senhora veio esclarecer, né, mostrando que realmente não tem como fugir, né, dessas questões, né, de preparar o corpo aí, né, pra estar sempre bem. Então a gente agradece a senhora, né, por estar aqui com a gente, já deixa as portas abertas em outra oportunidade, tá bom? Vai ser um prazer receber a senhora novamente.
Obrigada, eu que agradeço pelo convite. Doutora Larissa, muito obrigado pela participação. A senhora tem algum consultório de atendimento? A senhora quer passar o telefone pros ouvintes? Alguém quer fazer algum exame, né, tirar alguma dúvida? A senhora tem algum canal de comunicação? Aqui em Itabeira eu atendo o PASA e na clínica NEO, que é na anexa.
Eu só não sei os telefones de cabeça, mas é fácil de encontrar, eu acho, né, na internet, é tranquilo de conseguir, assim, eu não acho que é difícil. Geralmente aqui eu venho as quartas-feiras. E a senhora tem algum Instagram, alguma coisa? Tenho.
Pode passar pra gente? Seu Instagram é arroba doutora Larissa Aquino. Arroba doutora Larissa Aquino. Isso.
Um abraço, muito obrigado pela participação. Obrigada pela participação. Obrigada a vocês. Uma boa tarde. Boa tarde.