Diocese comemora 60 anos e bispo deixa mensagem: “Vamos lutar pela paz, pois vale a pena”

Tatiana Santos

Fotos: Galvani Silva

A Diocese de Itabira-Coronel Fabriciano comemora 60 anos com uma festa que promete reunir inúmeros fiéis neste domingo (15/06), no Parque de Exposições Virgílio José Gazire. O evento conta com 24 cidades de toda a região, 52 paróquias e mais de 600 comunidades.

Figura de destaque na festividade, o bispo dicocesano, Marco Aurélio Gubiotti, marcou presença e ressaltou a relevância da comemoração, que ocorre durante o dia todo. Como afirmou o sacerdote, a diocese tem seis décadas, tem sua importância na vida das pessoas, das comunidades, mas há há outras congregações ainda mais longevas: “Embora a diocese tenha 60 anos, nós temos comunidades muito antigas aqui, por exemplo, a Catedral de Diocesana está começando a celebrar 200 anos de história, dois centenários. Então, a beleza de a gente estar reunido, e darmos graças a Deus por todo esse tempo de caminhada de fé”, resumiu. Além de manifestações religiosas e artístico culturais, um dos pontos mais altos é a Santa Missa, celebrada às 15h.

O bispo salientou a alegria pelo aniversário e reconheceu a presença do Criador na vida dos cristãos: “Em primeiro lugar, hoje, para nós, cristãos católicos da Diocese de Itabira-Coronel Fabriciano, é o momento de dar graças a Deus por esses 60 anos, reconhecer a presença e a condução do amor do nosso Deus, através da ação do Espírito Santo. Nós estamos no processo de construção dessa igreja, dizemos muito obrigado, Senhor, pela sua presença, força que nos sustenta”.

Diante dos problemas enfrentados pela humanidade atual, sem descartar o papel de evangelizar, o religioso deixou uma mensagem de paz, especialmente para os católicos. “No entanto, estamos vivendo um tempo difí­cil, muitas guerras e com muita intolerância entre paí­ses, e a gente tem visto o Papa Leão XIV falando muito fortemente em defesa da paz, dizendo que a gente precisa de bom senso. A guerra sempre traz prejuízos, traz morte, sofrimento, fome e não se soluciona nenhum problema através dela. Na paz e através do diálogo, da tolerância que a gente consegue, isso, mas não só do outro lado do mundo, dentro da nossa casa. A gente precisa construir um ambiente de paz com os nossos vizinhos, no nosso trabalho. Vamos lutar pela paz, porque vale a pena” encerrou.


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